Concordo e discordo de Luis Carlos de Oliveira no texto do observatório sobre o PRTV local.
Muitos dos motivos o Vitor já colocou no comentário anterior.
Realmente, acompanhamos de pertinho a produção da rede paranaense durante o treinamento (de fev a junho ano passado) e ali, na correria do dia-a-dia faltam profissionais, estrutura e com os últimos cortes de pessoal, horas extras ... concordo que até surte um certo desânimo por parte dos profissionais!
Não há o que negar a diferença da redação de curitiba e a local. mas infelizmente essas diferenças refletem-se no ar!
Imagino q nosso colega do observatorio deva ter acompanhado o TJ no comecinho do ano, q convenhamnos estava com muitos problemas, não digo de enquadramento (algo muito técnico para que os telespectadores 'normais' sintam-seprejudicados!)
Tivemos sim falhas de transmissão, fades, matérias que engasgaram ao entrar e q até foram chamadas duas vezes e nada... tantos problemas que a apresentadora (Viviane) já não sabia mais como pedir desculpas no ar pelos erros técnicos.
Isso eu vi no 2ª edição, o único q tenhoconseguido acompanhar e q tem cerca de 10-15 minutinhos.
Aliam-se às tradicionais dificuldades de produção o fato de que janeiro e fevereiro realmente é época complicada para os pauteiros, serviços públicos fechados, autoridades e fontes em férias... isso não justifica - eu sei - afinal haja criatividade, mas desprezar o TJ pq traz em suas matérias violência e rurais, ahhh pode parar né!
Concordo q algumas entrevistas que são um saco e outras poderiam durar um pouco mais...
Ele reclamou das matérias de violência e rurais!!! Imagina se o cara acompanhasse o tj agora, em época de expo!
Isso é o que chamo de não se conhecer a realidade daquilo que se escreve! Estamos em londrina, cidade de agronegócios e que tem sofrido com grupos de extermínio e tráfico de drogas. Imagina ele assisitndo o Tj de Foz??? iria ficar horrorizado com o que acontece na minha terra sem lei!
Quanto aos programas mundo.cão, sei que são produtos de exportação.londrinense, ratinhos, cadeias..., mas infelizmente a aceitação nacional é parelha!
Os horários após o almoço deixaram de dar preferência aos programas femininos jogados para a manhã) e hoje são cativos de realidades à.carne.viva!
Agora, o fim mesmo foi chamar os profissionais que trabalham na RPC de “colegas estouvados e egoístas”.
Realmente, eu que conheci esses 'colegas' sei que eles podem não ser perfeitos, mas estão longe de merecerem adjetivos como estes!!!
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Publicado em 17 de março de 2003 às 08:50 por gisele